Vitória da Conquista

9º Batalhão da Polícia Militar foi criado em 1971

Sede da 2ª Companhia de Polícia Autônoma de Vitória da Conquista, inaugurada em 1963 onde atualmente se encontra sediado o 9º Batalhão da Polícia Militar

Sede da 2ª Companhia de Polícia Autônoma de Vitória da Conquista, inaugurada em 1963 onde atualmente se encontra sediado o 9º Batalhão da Polícia Militar

Em 26 de setembro de 1961, devido às demandas da sociedade conquistense, a 2ª Companhia sediada nesta cidade, subordinada diretamente ao 2º Batalhão de Polícia em Ilhéus, foi elevada à condição de “2ª Companhia de Polícia Autônoma de Vitória da Conquista (2ª Cia P-A/VC)”, se tornando independente do referido Batalhão, o que conferiu maior autonomia ao policiamento local. Com a construção da Vila Militar situada na Avenida Brumado, concluída em 1962, pelo prefeito Gerson Sales, passou para ali a Companhia da Polícia militar, até a criação do 9º Batalhão. O Quartel tinha acomodações para alojar um Regimento, mas não tinha muros e nem alojamentos. Todos móveis foram comprados com auxílio da Prefeitura Municipal (1ª gestão de Pedral Sampaio), entregues em agosto de 1963.

Essa mudança se deu em decorrência da antiga estrutura não mais satisfazer as necessidades do policiamento local, pois, num mesmo prédio (o da atual Prefeitura Municipal) funcionavam a Cia. da Polícia Militar, a Delegacia, a Guarda Municipal e a Cadeia Pública. O quartel ficou tão isolado na época, que só havia mato ao redor e a energia era fornecida por um gerador cedido pela Prefeitura municipal, pois a rede elétrica atendia até o Seminário Nossa Senhora de Fátima.

No dia 2 de julho de 1971, por meio do Decreto nº 22.442, é criado o 9º Batalhão de Polícia Militar de Vitória da Conquista (9º BPM/VC), aproveitando a área física da 2ª Companhia de Polícia Autônoma, que fora extinta, tendo todo o seu efetivo (pessoal e acervo material) e atribuições transferidos para a nova Unidade. O Patrono escolhido foi o Cel. Lourildo de Lima Barreto. A criação do 9º Batalhão foi anunciada em manchete no jornal “O Sertanejo”, de 3 de julho de 1971.

No mesmo ato tomou posse o primeiro Comandante do 9º Btl., o Major Diógenes Pedreira Cohim Moreira, nascido em 3 de abril de 1938 no município de Mairi (próximo a Itaberaba- BA), respondendo pela Unidade de 2 de julho a 29 de dezembro de 1971, quando foi substituído pelo Maj. Willy João Fonseca de Carvalho, nascido em 9 de junho de 1935 em Salvador, que comandou de 30 de dezembro de 1971 até 20 de agosto de 1972; já tinha sido Delegado de Polícia em Conquista entre 9 de dezembro de 1971 e 16 de fevereiro de 1972. Iniciou-se a primeira turma de recrutas do 9º BPM em agosto de 1971. Em meados da década de 70 foi implementada uma frota de viaturas modernas, pois o quartel possuía apenas quatro, um Jeep Kaiser, dois Jeeps Willis e uma Kombi. Em 31 de janeiro de 1975 foi inaugurado o serviço de radiopatrulha, contando com três veículos novos (três VW Fusca), que na época o povo chamava de “joaninha” e o policiamento realizado por duplas de policiais a pé era denominado pela população de “Cosme e Damião”.

Em 8 de agosto de 1984 foi criada a Banda da Polícia Militar, hoje denominada “Banda de Música Maestro Walter de Santa Rosa”, com 11 soldados-músicos. Entretanto, desde 1965 o quartel mantinha uma fanfarra com oito policiais que realizava apresentações em paradas militares e desfiles cívicos. Em 1989 mulheres passaram a fazer parte da Corporação, sendo que, em Vitória da Conquista, as primeiras policiais femininas chegaram no ano de 1996 e as primeiras formadas no 9º BPM em 1999. Entre 1992 e 1996 foram ampliadas e reformadas as estruturas físicas do 9º BPM, com grande impulso na época do Ten. Cel. Djalma Duarte.

Instalação do 9º Batalhão da Polícia Militar de Vitória da Conquista em 2 de julho de 1971. Observa-se a passagem de comando do Major Ayrson para o Major Diógenes. Na Guarda-Bandeira, da esquerda para a direita, o Ten. José Saldanha, o Asp. Of. Ramon Campelo seguido pelo 3º Sgt. Salusto Santos. Após essa cerimônia o Asp. Of. Ramon Campelo foi promovido a 2º Ten.

Instalação do 9º Batalhão da Polícia Militar de Vitória da Conquista em 2 de julho de 1971. Observa-se a passagem de comando do Major Ayrson para o Major Diógenes. Na Guarda-Bandeira, da esquerda para a direita, o Ten. José Saldanha, o Asp. Of. Ramon Campelo seguido pelo 3º Sgt. Salusto Santos. Após essa cerimônia o Asp. Of. Ramon Campelo foi promovido a 2º Ten.

Foram ainda Comandantes do 9º BPM, além dos dois primeiros citados: Ten. Cel. Carlos Sinfrônio de Almeida, primeiro Tenente Coronel a comandar o 9º Batalhão (os dois anteriores tinham sido Major), nascido em Esplanada no dia 16 de janeiro de 1926, assumiu o comando em 21 de agosto de 1972, situação que perdurou até 15 de março de 1973; Maj. Ayrson Alves dos Santos, nascido em 7 de outubro de 1932 na cidade de Ilhéus, comandou interinamente de 15 de março de 1973 a 17 de agosto de 1973; Ten. Cel. Elísio Pires Rebouças, nascido em Jequié no dia 5 de novembro de 1928, assumindo o comando em 17 de agosto de 1973 permanecendo até 5 de janeiro de 1978; Ten. Cel. Edmundo Guedes, nascido em Salvador no dia 2 de junho de 1937, que assumiu o comando no dia 5 de janeiro de 1978 e o entregou no dia 6 de junho de 1979; Maj. José Luiz Ventura Mesquita, nascido em 21 de novembro de 1944 em São Sebastião do Passé, nomeado Comandante Interino do 9º BPM por Decreto de em 29 de maio de 1979, havendo sua assunção a 6 de junho, permanecendo nesta função até o dia 16 de abril de 1982 (por meio de Decreto do dia 20 de fevereiro de 1988 foi nomeado Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, onde ficou até 15 de março de 1991); Ten. Cel. Francisco Menezes Moreira, nascido em 28 de abril de 1933 em Miguel Calmon, assumiu o comando em 16 de abril de 1982 prolongando-se até 17 de agosto de 1983; Ten. Cel. Kléber Francisco Pedreira, nascido em 4 de outubro de 1931 em Salvador, comandou o 9º BPM de 8 de setembro de 1983 a 25 de novembro de 1987; Ten. Cel. Jonas Leite Ferreira Filho, nascido em Salvador no dia 21 de fevereiro de 1947, sendo nomeado Comandante desta Unidade em 25 de novembro de 1987, administrando-a até 31 de outubro de 1989; Ten. Cel. Ivan dos Lírios Rocha, que nasceu em Salvador no dia 19 de fevereiro de 1946, foi nomeado Comandante do 9º BPM em 31 de outubro de 1989, permanecendo nesta função até o dia 20 de setembro de 1991; Ten. Cel. Antônio José de Souza Filho, nascido em Alagoinhas no dia 8 de setembro de 1947, assumindo o comando do 9º BPM em 20 de setembro de 1991, permanecendo nesta função até o dia 5 de maio de 1993 (em 4 de janeiro de 1995 foi nomeado Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, cargo que exerceu até o dia 25 de novembro de 1998); Ten. Cel. Renato Fonseca Ribeiro, natural de Villa de Barro Vermelho e nascido no dia 12 de novembro de 1947, foi Comandante do 9º Batalhão de 5 de maio de 1993 a 11 de janeiro de 1994; Ten. Cel. Djalma Duarte Santos, natural de Nova Canaã e nascido no dia 24 de maio de 1948, sendo Comandante do 9º BPM de 11 de janeiro de 1994 a 29 de novembro de 2000; Cel. Nivaldo Nascimento dos Anjos, nascido em 18 de setembro de 1953 na cidade de Salvador, assumindo o cargo em 29 de novembro de 2000, gerindo esta Unidade até o dia 24 de abril de 2002; Ten. Cel. José Bonifácio Santos Castro, natural de Mata de São João e nascido no dia 10 de setembro de 1954, assumiu o comando do 9º Batalhão em 24 de abril de 2002, permanecendo nesta função até o dia 17 de fevereiro de 2004; Ten. Cel. Esmeraldino Correia Santos, nascido em 9 de fevereiro de 1953, assumiu o comando em 17 de fevereiro de 2004 e deixou o cargo no dia 26 de janeiro de 2007; Ten. Cel. Inácio Paz de Lira Júnior, natural de Paulo Afonso e nascido em 2 de maio de 1961, comandando o 9º BPM de 26 de janeiro de 2007 a 19 de abril de 2010, um mês antes de se efetivar a mudança de atribuição do 9º Batalhão; Ten. Cel. Jorge Ubirajara Pedreira, nascido em 4 de fevereiro de 1960 no município de Itapetinga, assumiu o comando em 19 de abril de 2010, efetivando a transição do 9º Batalhão Operacional para o 9º Batalhão-Escola, permanecendo no comando desta Unidade até 17 de junho de 2011; Ten. Cel. Gilmar Carvalho Pereira, nascido em 2 de agosto de 1955 na cidade de Salvador, assumiu o comando em 17 de junho de 2011, exercendo essa função até a sua morte em 19 de abril de 2013.


Vitória da Conquista

Antigo sistema de segurança pública de Conquista

Guarda Municipal (1948). Soldados: 1 – Laudelino, 2 – Lourenço, 3 – Pedro Paz, 4 – Maciel, 5 – Sinhô, 6 – Zeca Rocha, 7 – Novais, 8 – José, 9 – Maroto, 10 – Sizino, 11 – Quido, comandante da Guarda, 12 – Tuta, 13 – Valdemar (Nozinho)

Guarda Municipal (1948). Soldados: 1 – Laudelino, 2 – Lourenço, 3 – Pedro Paz, 4 – Maciel, 5 – Sinhô, 6 – Zeca Rocha, 7 – Novais, 8 – José, 9 – Maroto, 10 – Sizino, 11 – Quido, comandante da Guarda, 12 – Tuta, 13 – Valdemar (Nozinho)

O sistema de segurança da cidade, até a década de 30 em Vitória da Conquista, era composto pela Delegacia, Guarda Municipal e Polícia Militar. Na Delegacia havia um delegado mais três a quatro policiais militares destinados a auxiliar o delegado. A Guarda Municipal era composta pelo comandante e em torno de seis guardas; e quanto à Polícia Militar havia um destacamento no prédio onde hoje funciona a Prefeitura Municipal, com uma quantidade estimada de seis policiais. Todo este sistema de segurança pública girava em torno do poder municipal: era o chefe político local quem designava o delegado e o comandante da Guarda Municipal.

No governo do Tenente Juracy Magalhães como Interventor do Estado, foi criada uma Companhia da Polícia Militar em Conquista, pertencente ao 2º Batalhão de Infantaria que, em 1936 transferiu-se de Salvador para a cidade de Ilhéus, subordinando o policiamento de Conquista à capital do cacau. Desta Companhia foi seu primeiro comandante o então 1º Ten. João Antônio de Souza.

Antigo Quartel de Polícia e Cadeia Pública (atual prédio da Prefeitura Municipal)

Antigo Quartel de Polícia e Cadeia Pública (atual prédio da Prefeitura Municipal)

Durante a década de 30 a estrutura logística da polícia em Conquista sofreu diversas alterações, sendo sede da 3ª Cia do 2º Batalhão entre os anos de 1936 a 1938, enquanto no mesmo período a cidade de Jequié sediava a 2ª Cia do 2º Batalhão. A partir de janeiro de 1939, por causa de modificações estratégicas no combate ao cangaço, a 3ª Cia foi transferida para a cidade de Canavieiras, deixando o policiamento de Conquista subordinado à 2ª Cia, em Jequié.

A partir da década de 40 a estrutura policial regional começa a se polarizar em torno de Conquista, iniciando em 1943, com a transferência da sede da 2ª Cia do 2º Batalhão da cidade de Jequié para Conquista, juntamente com todo o seu efetivo e estrutura logística, invertendo a situação de subordinação do policiamento entre estas localidades.


Vitória da Conquista

Tiro de Guerra foi criado em 1934

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930, mas o TG local só foi oficialmente criado em  1934

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930, mas o TG local só foi oficialmente criado em 1934

O Tiro de Guerra, conhecido com TG, é uma instituição militar do Exército Brasileiro encarregada de formar reservistas para o Exército. OS TGs são estruturados de modo que o convocado possa conciliar a instrução militar com o trabalho ou estudo.

A organização de um TG ocorre em acordo firmado com as prefeituras locais e o Comando da Região Militar. O Exército fornece os instrutores, fardamento e equipamentos, enquanto a administração municipal disponibiliza as instalações. Existem hoje mais de 200 TG distribuídos por quase todo o território brasileiro.

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120 e, mais tarde, 06-120

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120 e, mais tarde, 06-120

A origem dos Tiros de Guerra (TG) remonta ao ano de 1902 com o nome de “Linhas de Tiro”, quando se fundou em Rio Grande (RS) uma sociedade de tiro ao alvo com finalidades militares – esta, a partir de 1916, no impulso da pregação de Olavo Bilac em prol do serviço militar obrigatório, transformou-se, com o apoio do poder municipal, nesse tipo de Organização Militar tão essencial à formação de reservistas brasileiros.

Assim sendo, foram criadas várias “Linhas de Tiro”, estrategicamente localizadas em cidades maiores de cada região, que davam maior proteção aos cidadãos.

Com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, o TG 06-120 recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006

Com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, o TG 06-120 recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006

O objetivo dos TGs é formar reservistas de 2ª categoria aptos ao desempenho de tarefas no contexto da Defesa Territorial e Defesa Civil. A formação do atirador é realizada no período de 40 semanas, com uma carga-horária semanal de 12 horas, totalizando 480 horas de instrução. Há um acréscimo de 36 horas destinadas às instruções específicas do Curso de Formação de Cabos, e um terço desse tempo é direcionado para matérias relacionadas com ações de saúde, ação comunitária, defesa civil e meio ambiente. Até 1969, a formação do atirador era realizada no período de 80 semanas. A partir de 1970, essa formação foi dividida em 1° e 2° semestres.

Desfile Militar de "atiradores" do antigo TG 06-120

Desfile Militar de “atiradores” do antigo TG 06-120

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930 quando houve, no Paço Municipal, uma reunião, presidida pelo médico Luiz Régis Pacheco Pereira, servindo de secretários Laudionor Brasil, então diretor do jornal “O Combate”, e Silvio da Costa e Silva, comerciário, para organizar uma comissão com o objetivo de fundar nesta cidade um “Tiro de Guerra”. Segundo nota publicada no jornal “A Notícia”, edição de 12 de julho de 1930, “foi eleita e empossada a Diretoria do Tiro, que ficou assim organizada: Presidente – Dr. Luiz Régis Pacheco Pereira; Vice-Pres. – Otávio José dos Santos Silva; 1º Secretário – Claudemiro Silva; 2º Sec. – Aristides Choça Lyra; Orador – Laudionor Brasil, Tesoureiro – Abelardo José dos Santos; Procurador – Humberto Guerra”.

Desfile Militar de 7 de setembro de 1955

Desfile Militar de 7 de setembro de 1955

Infelizmente, não chegou a funcionar porque três meses depois irrompeu a “Revolução de Outubro”, iniciada no dia 3 e vitoriosa no dia 24, tendo o médico Régis Pacheco, que ficou fiel ao Governo, perdido as posições políticas e o então Intendente, Otávio Santos, foi deposto do cargo. E assim a fundação do “Tiro de Guerra” não se concretizou.

No dia 10 de setembro de 1933, sob a presidência de Arlindo Rodrigues, então Prefeito Municipal, em reunião realizada no Paço municipal, salão da Câmara de Vereadores, reuniram-se 70 jovens da alta sociedade conquistense e distintas personagens dos meios políticos e sociais, assumiram o compromisso de trazerem para Conquista um “Tiro de Guerra”. Nessa mesma reunião foi eleita a Diretoria, assim constituída: Presidente – Crescêncio Antunes da Silveira; Vice-Pres. – Luiz Régis Pacheco Pereira; 1º Secretário – Erathósthenes Menezes; 2º Sec. – Deoclécio Bacelar de Oliveira; Tesoureiro – José Fernandes de Matos; Orador – Sebastião Alfredo Ramos; Conselho Fiscal – Agnelo Murta Veloso, Ramiro Santos e Ivan Dantas Freire. Esta diretoria tomou posse no dia 14 de setembro, em sessão realizada no Paço Municipal.

TG-120 - 7 de Setembro de 1960

TG-120 – 7 de Setembro de 1960

Em janeiro de 1934, houve alteração na diretoria do Tiro de Guerra. O presidente continuou sendo o médico Crescêncio Silveira, mas o vice passou a ser Florentino Mendes de Andrade, o 1º Secretário Edmundo Silveira Flores e o Orador Aloysio Guimarães Lacerda. No Conselho Fiscal saíram Ramiro Santos e Ivan Dantas Freira e entraram Zoroastro Pinto e Ivo Freire d’Aguiar.

O TG de Conquista foi criado com o número 382. No dia 22 de abril de 1934 apresentava-se ao Presidente do TG, com um ofício do Capitão Inspetor Regional dos Tiros de Guerra, o 1º Sargento Leopoldo Costa, primeiro instrutor do TG local, que procedeu a matrícula da primeira turma de “atiradores” (termo relacionado a “Tiro”).

Tiro de Guerra 120 - turma de 1961

Tiro de Guerra 120 – turma de 1961

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120, mais tarde 06-120 e, com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006.

Em outubro de 1961 o TG 06-120 recebeu a visita do General João de Almeida Freitas, Comandante da VI Região Militar. Foi a primeira vez que o TG local foi inspecionado pessoalmente por um General Comandante de Região. Nessa ocasião foi criada uma escola mista na sede do Tiro, já com novas instalações em prédio próprio, na Rua João Pessoa. Esta escola tomou o nome de “Escola General Almeida Freitas”.

Tiro de Guerra 120 na época do Sargento Sales

Tiro de Guerra 120 na época do Sargento Sales

O Prefeito Fernando Spínola ampliou a sede do TG, com inauguração realizada no dia 13 de abril de 1969, presidida pelo governador Luiz Viana Filho e com a presença do Capitão Paulo Roberto Teixeira, representando o General Comandante da VI Região.

Desde sua fundação até 1950 foram presidentes ou diretores do TG as seguintes autoridades: Crescêncio Antunes da Silveira (fundador – 1934); Agnelo Murta Veloso; Israel Antunes da Silveira; Alziro Prates; Adriano Bernardes Batista; Padre José Luiz Soares Palmeira; Antonino Pedreira de Oliveira; Izalto Ferraz de Araújo; Marcelino Mendes de Almeida e Gerson Gusmão Sales. A partir daí os diretores ou presidentes do TG passaram a ser os Prefeitos.

Os instrutores de 1934 até 1981 foram os seguintes sargentos: Leopoldo Costa; Flávio Alves de Souza; Raulino Fortunato; Antônio Ferreira de Souza; José Marques da Silva; Napoleão Batista Lemos; Manoel Correia Fernandes; Francisco Pinho de Andrade; Manoel Dias de Albuquerque; Edilton de Oliveira Santos; Idonai Jorge de Almeida Seixas; Terci Severino de Almeida; Edgard de Carvalho Freire; João Clímaco de Souza Lobato; João Farias de Menezes; Belarmino Inácio de Andrade; José Antônio de Oliveira Sales (assumiu em agosto de 1962) e Florival José do Nascimento.


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