Vitória da Conquista

Tiro de Guerra foi criado em 1934

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930, mas o TG local só foi oficialmente criado em  1934

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930, mas o TG local só foi oficialmente criado em 1934

O Tiro de Guerra, conhecido com TG, é uma instituição militar do Exército Brasileiro encarregada de formar reservistas para o Exército. OS TGs são estruturados de modo que o convocado possa conciliar a instrução militar com o trabalho ou estudo.

A organização de um TG ocorre em acordo firmado com as prefeituras locais e o Comando da Região Militar. O Exército fornece os instrutores, fardamento e equipamentos, enquanto a administração municipal disponibiliza as instalações. Existem hoje mais de 200 TG distribuídos por quase todo o território brasileiro.

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120 e, mais tarde, 06-120

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120 e, mais tarde, 06-120

A origem dos Tiros de Guerra (TG) remonta ao ano de 1902 com o nome de “Linhas de Tiro”, quando se fundou em Rio Grande (RS) uma sociedade de tiro ao alvo com finalidades militares – esta, a partir de 1916, no impulso da pregação de Olavo Bilac em prol do serviço militar obrigatório, transformou-se, com o apoio do poder municipal, nesse tipo de Organização Militar tão essencial à formação de reservistas brasileiros.

Assim sendo, foram criadas várias “Linhas de Tiro”, estrategicamente localizadas em cidades maiores de cada região, que davam maior proteção aos cidadãos.

Com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, o TG 06-120 recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006

Com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, o TG 06-120 recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006

O objetivo dos TGs é formar reservistas de 2ª categoria aptos ao desempenho de tarefas no contexto da Defesa Territorial e Defesa Civil. A formação do atirador é realizada no período de 40 semanas, com uma carga-horária semanal de 12 horas, totalizando 480 horas de instrução. Há um acréscimo de 36 horas destinadas às instruções específicas do Curso de Formação de Cabos, e um terço desse tempo é direcionado para matérias relacionadas com ações de saúde, ação comunitária, defesa civil e meio ambiente. Até 1969, a formação do atirador era realizada no período de 80 semanas. A partir de 1970, essa formação foi dividida em 1° e 2° semestres.

Desfile Militar de "atiradores" do antigo TG 06-120

Desfile Militar de “atiradores” do antigo TG 06-120

Em Vitória da Conquista a história do “Tiro de Guerra” começou no dia 6 de julho de 1930 quando houve, no Paço Municipal, uma reunião, presidida pelo médico Luiz Régis Pacheco Pereira, servindo de secretários Laudionor Brasil, então diretor do jornal “O Combate”, e Silvio da Costa e Silva, comerciário, para organizar uma comissão com o objetivo de fundar nesta cidade um “Tiro de Guerra”. Segundo nota publicada no jornal “A Notícia”, edição de 12 de julho de 1930, “foi eleita e empossada a Diretoria do Tiro, que ficou assim organizada: Presidente – Dr. Luiz Régis Pacheco Pereira; Vice-Pres. – Otávio José dos Santos Silva; 1º Secretário – Claudemiro Silva; 2º Sec. – Aristides Choça Lyra; Orador – Laudionor Brasil, Tesoureiro – Abelardo José dos Santos; Procurador – Humberto Guerra”.

Desfile Militar de 7 de setembro de 1955

Desfile Militar de 7 de setembro de 1955

Infelizmente, não chegou a funcionar porque três meses depois irrompeu a “Revolução de Outubro”, iniciada no dia 3 e vitoriosa no dia 24, tendo o médico Régis Pacheco, que ficou fiel ao Governo, perdido as posições políticas e o então Intendente, Otávio Santos, foi deposto do cargo. E assim a fundação do “Tiro de Guerra” não se concretizou.

No dia 10 de setembro de 1933, sob a presidência de Arlindo Rodrigues, então Prefeito Municipal, em reunião realizada no Paço municipal, salão da Câmara de Vereadores, reuniram-se 70 jovens da alta sociedade conquistense e distintas personagens dos meios políticos e sociais, assumiram o compromisso de trazerem para Conquista um “Tiro de Guerra”. Nessa mesma reunião foi eleita a Diretoria, assim constituída: Presidente – Crescêncio Antunes da Silveira; Vice-Pres. – Luiz Régis Pacheco Pereira; 1º Secretário – Erathósthenes Menezes; 2º Sec. – Deoclécio Bacelar de Oliveira; Tesoureiro – José Fernandes de Matos; Orador – Sebastião Alfredo Ramos; Conselho Fiscal – Agnelo Murta Veloso, Ramiro Santos e Ivan Dantas Freire. Esta diretoria tomou posse no dia 14 de setembro, em sessão realizada no Paço Municipal.

"Atiradores" do antigo TG 120

“Atiradores” do antigo TG 120

Em janeiro de 1934, houve alteração na diretoria do Tiro de Guerra. O presidente continuou sendo o médico Crescêncio Silveira, mas o vice passou a ser Florentino Mendes de Andrade, o 1º Secretário Edmundo Silveira Flores e o Orador Aloysio Guimarães Lacerda. No Conselho Fiscal saíram Ramiro Santos e Ivan Dantas Freira e entraram Zoroastro Pinto e Ivo Freire d’Aguiar.

O TG de Conquista foi criado com o número 382. No dia 22 de abril de 1934 apresentava-se ao Presidente do TG, com um ofício do Capitão Inspetor Regional dos Tiros de Guerra, o 1º Sargento Leopoldo Costa, primeiro instrutor do TG local, que procedeu a matrícula da primeira turma de “atiradores” (termo relacionado a “Tiro”).

Tiro de Guerra 120 - turma de 1961

Tiro de Guerra 120 – turma de 1961

Em 1945, conforme renumeração dos Tiros de Guerra, o 382 de Vitória da Conquista passou a ter o número 120, mais tarde 06-120 e, com a Portaria Ministerial nº 878, de 27 de março de 1979, recebeu nova numeração: Tiro de Guerra 06-006.

Em outubro de 1961 o TG 06-120 recebeu a visita do General João de Almeida Freitas, Comandante da VI Região Militar. Foi a primeira vez que o TG local foi inspecionado pessoalmente por um General Comandante de Região. Nessa ocasião foi criada uma escola mista na sede do Tiro, já com novas instalações em prédio próprio, na Rua João Pessoa. Esta escola tomou o nome de “Escola General Almeida Freitas”.

Tiro de Guerra 120 na época do Sargento Sales

Tiro de Guerra 120 na época do Sargento Sales

O Prefeito Fernando Spínola ampliou a sede do TG, com inauguração realizada no dia 13 de abril de 1969, presidida pelo governador Luiz Viana Filho e com a presença do Capitão Paulo Roberto Teixeira, representando o General Comandante da VI Região.

Desde sua fundação até 1950 foram presidentes ou diretores do TG as seguintes autoridades: Crescêncio Antunes da Silveira (fundador – 1934); Agnelo Murta Veloso; Israel Antunes da Silveira; Alziro Prates; Adriano Bernardes Batista; Padre José Luiz Soares Palmeira; Antonino Pedreira de Oliveira; Izalto Ferraz de Araújo; Marcelino Mendes de Almeida e Gerson Gusmão Sales. A partir daí os diretores ou presidentes do TG passaram a ser os Prefeitos.

Os instrutores de 1934 até 1981 foram os seguintes sargentos: Leopoldo Costa; Flávio Alves de Souza; Raulino Fortunato; Antônio Ferreira de Souza; José Marques da Silva; Napoleão Batista Lemos; Manoel Correia Fernandes; Francisco Pinho de Andrade; Manoel Dias de Albuquerque; Edilton de Oliveira Santos; Idonai Jorge de Almeida Seixas; Terci Severino de Almeida; Edgard de Carvalho Freire; João Clímaco de Souza Lobato; João Farias de Menezes; Belarmino Inácio de Andrade; José Antônio de Oliveira Sales (assumiu em agosto de 1962) e Florival José do Nascimento.


Vitória da Conquista

Juvenal Melvino, proprietário da antiga casa comercial “O Leão das Louças”

"O Leão das Louças", antiga casa comercial de Juvenal Melvino, na velha Praça da Piedade (atual Nove de Novembro)

“O Leão das Louças”, antiga casa comercial de Juvenal Melvino, na velha Praça da Piedade (atual Nove de Novembro), onde hoje são as lojas “Sapato.com” e “Plataforma”

Juvenal Melvino da Silva, nascido no município de Aracatu (BA) em 13 de maio de 1900, fundou em Vitória da Conquista, juntamente com seu enteado Edmundo Ferreira, a casa comercial “O Leão das Louças” (onde hoje são as lojas Sapato.com e Plataforma) na antiga Praça da Piedade (hoje Calçadão da Nove de Novembro).

Juvenal aprendeu o ABC e as lições do primeiro livro de Felisberto de Carvalho numa escola que frequentou por poucos meses no longínquo ano de 1911. Seu irmão, Francisco Melvino, comprou livros escolares para estudar nas horas vagas e, à noite, ao redor de uma mesa, tendo por iluminação uma candeia de azeite de mamona, leu os cinco livros de Felisberto de Carvalho, o Paleógrafo e a Aritmética de Antônio Trajano até o curso elementar.

No dia 21 de junho de 1927 casou-se com Dona Almira Ferreira Coelho, com quem teve seis filhos. Sua maior atividade tem sido o comércio, iniciando com casa comercial em sociedade com seu irmão Francisco, no lugar chamado “Tabua do Nestor”, cujo negócio durou de 1919 a 1932. Já em Vitória da Conquista foi sócio de Odílio Meira, com ramo de loja de tecidos, armazém de compras e de artigos de exportação, quais sejam: couros, peles, mamona etc. Sendo a firma dissolvida, montou um armazém de estivas para comércio em grosso até associar-se com Edmundo para fundarem a casa comercial “Leão das Louças”.

Ao mesmo tempo em que tinha comércio foi representante de importantes firmas comerciais e industriais de Salvador, do Rio de Janeiro e de São Paulo. Deixando o comércio por algum tempo, dedicou-se à agricultura na sua fazenda “Tambori”, município de Vitória da Conquista, onde plantou cerca de 100 hectares de mandioca para a fabricação de farinha, chegando a vender a vender seis mil sacos deste produto.

Na política foi correligionário do médico Régis Pacheco, filiando-se ao PSD. Por conta de seu relacionamento político com o líder político local tornou-se Delegado de Polícia de Vitória da Conquista na década de 40.

Sua esposa faleceu no dia 15 de julho de 1981, tendo Juvenal mudado definitivamente para Salvador, onde se tornou chefe da firma de representações Ferreira, Melvino & Cia Ltda., depois de ter residido mais de 40 anos em Conquista.


Vitória da Conquista

Estádio Edvaldo Flores foi inaugurado em 1958

Estádio Edvaldo Flores repaginado, novo e moderno. O mais antigo equipamento esportivo da cidade (construído na década de 1950) ganhou um visual “invocado”, com seu novo gramado sintético, numa reforma capitaneada, no início de 2012, pelo desportista Pedro Emílio Passos (à direita), na sua gestão como presidente da LCDT (Liga Conquistense de Desportos Terrestres)

Estádio Edvaldo Flores repaginado, novo e moderno. O mais antigo equipamento esportivo da cidade (construído na década de 1950) ganhou um visual “invocado”, com seu novo gramado sintético, numa reforma capitaneada, no início de 2012, pelo desportista Pedro Emílio Passos (à direita), na sua gestão como presidente da LCDT (Liga Conquistense de Desportos Terrestres)

Nos primeiros anos da década de 50, o futebol amador de Vitória da Conquista estava em ascensão e o torcedor reclamava uma melhor praça esportiva, já que as competições futebolísticas eram realizadas no acanhado “estadinho da Rua Teodoro Sampaio, imediações com a Salgado Filho” ou no campo aberto do Bairro Brasil, próximo ao prédio onde funcionou o Cine Eldorado.

Seleção de Conquista, que jogou contra o Bahia na inauguração do Estádio Edvaldo Flores, no dia 7 de setembro de 1958. Em pé, da esquerda para a direita: o prefeito de Conquista, Edvaldo Flores, Régis, Dilson, Amado, Zequinha, Dedeu (irmão de Dudu), Piloto (chegou a ser goleiro do Sport de Recife), Negão, Lídio, Raudênis, o técnico José, o árbitro Ailton e Baianinho (da Coelba). Agachados, na mesma ordem: Juarez, Diva, Zoinho, Wilson, Zinho, Justino (irmão de Dudu), Nego da Barra e Neca

Seleção de Conquista, que jogou contra o Bahia na inauguração do Estádio Edvaldo Flores, no dia 7 de setembro de 1958. Em pé, da esquerda para a direita: o prefeito de Conquista, Edvaldo Flores, Régis, Dilson, Amado, Zequinha, Dedeu (irmão de Dudu), Piloto (chegou a ser goleiro do Sport de Recife), Negão, Lídio, Raudênis, o técnico José, o árbitro Ailton e Baianinho (da Coelba). Agachados, na mesma ordem: Juarez, Diva, Zoinho, Wilson, Zinho, Justino (irmão de Dudu), Nego da Barra e Neca

Foi aí que surgiram, pouco tempo depois, Welba Garcia e Mário Seixas (jogadores) e Petrônio Duque (dirigente), que se conscientizaram da necessidade da construção de um novo estádio de futebol. A ideia amadureceu entre o trio, que foi ao então prefeito Edvaldo Flores fazer a reivindicação em nome dos desportistas da cidade.

Seleção de Conquista X Vasco da Gama/RJ, em amistoso realizado no Estádio Edvaldo Flores no ano de 1963. Detalhe: Piolho está observando a bola ser disputada entre os jogadores do Vasco e da Seleção de Conquista

Seleção de Conquista X Vasco da Gama/RJ, em amistoso realizado no Estádio Edvaldo Flores no ano de 1963

A criação dos principais estádios de futebol em Vitória da Conquista é o resultado da grande mobilização e paixão dos conquistenses pelo futebol, já que a cidade passou a clamar pela construção de um estádio que pudesse melhor acomodar seus espectadores. Este movimento incentivou o prefeito Edvaldo Flores iniciar, em janeiro de 1956, a construção do Estádio que leva seu nome, situado no bairro Flamengo (nas imediações entre os bairros Alto Maron e Amendoeiras), com entrada para a Rua dos Expedicionários.

O radialista Hélio Gusmão entrevistando Maranhão, jogador do Vasco da Gama/RJ, quando esteve no Estádio Edvaldo Flores em amistoso realizado contra o selecionado de Conquista em 1963

O radialista Hélio Gusmão entrevistando Maranhão, jogador do Vasco da Gama/RJ, quando esteve no Estádio Edvaldo Flores em amistoso realizado contra o selecionado de Conquista em 1963

O estádio foi inaugurado em 7 de Setembro de 1958, último ano da gestão do prefeito Edvaldo Flores (1955-1958) e o nome foi uma indicação na Câmara de Vereadores feita pelo então vereador Iris Silveira, grande incentivador do futebol no passado em Vitória da Conquista, que doara o terreno para a construção desta praça esportiva.  Na inauguração, o prefeito Edvaldo, entusiasta da construção do estádio, batizado com seu nome graças a isso, relatou ao público o hercúleo esforço para chegar até ali.

Vasco da Gama/RJ, em amistoso realizado no Estádio Edvaldo Flores no ano de 1963 contra o selecionado de Conquista. Em pé, destaque para Maranhão (o 3º da esquerda para a direita). Agachado, destaque para Célio (o 4º da esquerda para a direita), autor do gol no empate por 1 X 1 com o selecionado de Conquista

Vasco da Gama/RJ, em amistoso realizado no Estádio Edvaldo Flores no ano de 1963 contra o selecionado de Conquista. Em pé, destaque para Maranhão (o 3º da esquerda para a direita). Agachado, destaque para Célio (o 4º da esquerda para a direita), autor do gol no empate por 1 X 1 com o selecionado de Conquista

O Estádio Edvaldo Flores seria a casa da “Seleção de Conquista” por longos anos. Seleção que, em 1962, tinha a seguinte formação: Diva, Ailton, Nêgo, Wesley, Tulica, Wilson, Detinho, Dilson, Zinho, Milton Chefe, Piolho e Neto. Mas o “Edvaldo Flores” foi também, no passado, palco de grandes amistosos estaduais e interestaduais. Nos finais de temporada dos campeonatos municipais, os dirigentes esportivos promoviam constantes amistosos com grandes equipes da capital e de outros estados. Estiveram jogando neste palco, nas décadas de 50 e 60, times do Rio de Janeiro (a exemplo, do América, do Olaria e do Vasco da Gama), de Salvador (Bahia e Vitória) e de Minas Gerais.

O radialista Hélio Gusmão entrevista o jogador Célio, do Vasco, em amistoso realizado no Estádio Municipal Edvaldo Flores em 1963

O radialista Hélio Gusmão entrevista o jogador Célio, do Vasco, em amistoso realizado no Estádio Municipal Edvaldo Flores em 1963

O Vasco da Gama/RJ esteve em Vitória da Conquista pela primeira vez em 1963, com Nado, Maranhão, Oldair, Célio e o goleiro Edson Borracha, para jogar contra o selecionado conquistense. As duas equipes não foram além do empate por 1 X 1. Piolho marcou o tento de abertura do placar, com um petardo tão forte que soltaram os grampos de sustentação da parte superior das redes. Célio empatou.

Estádio Edvaldo Flores, palco de grandes eventos esportivos nas décadas de 50 e 60

Estádio Edvaldo Flores, palco de grandes eventos esportivos nas décadas de 50 e 60

A presença do time cruzmaltino foi um grande acontecimento que movimentou toda a cidade, e o Estádio Edvaldo Flores foi pequeno para receber o grande público que crescia a cada promoção realizada, contra qualquer adversário que visitava Vitória da Conquista.

O Estádio Edvaldo Flores ficava tão cheio, nos anos áureos (50/60) que era necessário montar uma arquibancada provisória para abrigar tantos torcedores (detalhe da arquibancada de madeira no canto esquerdo da foto)

O Estádio Edvaldo Flores ficava tão cheio que, nos anos áureos (50/60), foi necessário montar uma arquibancada provisória para abrigar tantos torcedores (detalhe da arquibancada de madeira no canto esquerdo da foto)

Foi aí que improvisaram (após o jogo contra o Vasco/RJ) um lance de arquibancadas de madeira, próximo à quadra, lado direito da entrada do estádio, para melhor recepcionar o público-torcedor, já que a arquibancada de concreto era insuficiente para acomodar o grande fluxo de torcedores presentes aos jogos.


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